Cada novo horizonte começa no instante em que ousamos olhar com outros olhos.
Um projeto que nasceu pequeno, mas olhava longe
Criado pela professora Karen de Oliveira, o projeto começou de forma simples: uma proposta sensível de trabalhar produção textual com os alunos de maneira mais significativa e afetiva.
A ideia era construir algo que fosse além da obrigação curricular — um registro criativo, uma lembrança guardada com carinho, como uma espécie de marca daquele ano vivido na escola.
Nasceu assim, como uma tentativa sincera de tornar a escrita algo próximo, lúdico e memorável.
Transformação que se amplia a cada ciclo
Ao acompanhar o crescimento dos alunos, a própria proposta também se transformou. A professora passou a perceber que o desafio de olhar para novos horizontes não era só deles — era dela também.
A cada ano, o projeto revelava novas camadas. Ele deixava de ser uma atividade de escrita e se tornava uma forma de enxergar a escola, o processo de ensino e o próprio papel do educador.
Foi assim que nasceu o PROJETO PEDAGÓGICO – O DESAFIO DE OLHAR PARA NOVOS HORIZONTES: uma proposta que une aprendizagem, reflexão e mudança, orientando as ações pedagógicas da escola e atravessando diferentes áreas do conhecimento, como Língua Portuguesa, História, Geografia, Projeto Integrador e Artes.
Sobre quem pensa e vive esse projeto
A proposta é desenvolvida e conduzida por Karen de Oliveira, professora de Língua Portuguesa do 6º ao 9º ano e diretora da Unidade Educacional José Rufino Borges.
O projeto, criado por ela, foi reconhecido pela sua força pedagógica e impacto na escola e na comunidade, levando ao convite para integrar a Academia de Letras e Artes de Porto Franco e Região – ALAPOFRAN, onde atua nas comissões de Projetos Autorais e de Assuntos Escolares.
O reconhecimento é consequência da coerência: um projeto que nasceu da prática, cresceu com ela e hoje inspira outros caminhos.
As Estações: uma colheita simbólica
A revista literária As Estações é o principal produto final do projeto, mas não é o projeto em si. Ela é o reflexo de tudo o que foi vivido, pensado e transformado ao longo do ano.
O nome As Estações representa os ciclos que marcam a vida dos estudantes: suas fases, seus silêncios, suas descobertas.
Cada edição da revista é uma forma de dizer: “aqui estivemos, assim crescemos.”
2025 – A Noiva Esquecida e o Medo do Desconhecido
Em 2025, o projeto ganha contornos ainda mais simbólicos ao propor um mergulho naquilo que nos desafia: o desconhecido.
A edição deste ano da revista As Estações trará como tema “A Noiva Esquecida e o Medo do Desconhecido”, partindo de uma lenda fictícia criada pelos próprios alunos.
O projeto será dividido em três tempos narrativos — Passado, Presente e Futuro — explorando como a lenda ecoa, se transforma ou desaparece ao longo das gerações.
Com isso, os alunos serão convidados não apenas a escrever, mas a refletir sobre o medo, a mudança e a memória como partes inevitáveis do crescimento.
Linha do Tempo: Revista & Projeto Pedagógico
Como estações que se sucedem, cada edição deixa sua marca e prepara o terreno para o próximo florescer.
Edições do Nosso Caminhar
Planejamento
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